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São Luiz do Paraitinga Pede Socorro

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São Luiz do Paraitinga Cidade bucólica, conhecida por seu carnaval de rua e marchinhas, famosa por preservar o folclore, e a música caipira, está praticamente destruída, juntamente com seus casarões do século 18. Milhares de pessoas estão desabrigadas e sem os serviços públicos essenciais.

Ação do Comitê Betinho
Logo após a tragédia o Comitê esteve presente na cidade. José Osmar Boldo, vice presidente da Ong levou alimentação, material de limpeza e de higiene pessoal. Os produtos, que custaram dois mil reais, foram entregues à Defesa Civil. (vide fotos)

"Boldo lembra de dois momentos importantes na visita. A chocante imagem da destruição e a aflição das pessoas, vistas com os próprios olhos e a solidariedade chegando no município através de doações e ações voluntárias, que devolvem o ânimo e a esperança para os moradores".

Colabore! Seu apoio é fundamental.

Deposite qualquer valor na conta corrente do Comitê. Os valores arrecadados até 10 de fevereiro serão repassados para obras de reconstrução da cidade.

São Luiz do Paraitinga Pede Socorro
Deposite na conta corrente: 0001-13-27407-9
Ação da Cidadania – Comitê Betinho
Banco: 033 - Santander
CNPJ 02336848/000-11

 

Comite Betinho em S. Luiz do Paraitinga

 São Luiz do Paraitinga pós enchente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Contatos em São Luiz do Paraitinga:
1) Prefeitura: 12-3671-7000
2) Secretaria da Educação: 12-9209-5810, com Raquel Toledo

 

 

 

Construção de Cisternas - Água para Conviver no Semiárido

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1. Perfil do Projeto

ÁREA DO PROJETO: Região do Semi-Árido Nordestino / Gilbués - PIAUÍ
PARTICIPANTES DIRETOS: 100 Famílias (60% Mulheres E 40 % HOMENS)
PARTICIPANTES INDIRETOS: 500 indivíduos / pessoas
DURAÇÃO DO PROJETO: Duração do Projeto - 08 meses

PARCEIROS:

  • Ação da Cidadania - Comitê Betinho
  • Secretariado Nacional da Caritas Brasileira
  • Caritas Regional Piauí
TABELA: POPULAÇÃO ALVO DO PROJETO
Estado Município de Famílias Participantes
de Mulheres de Homens
Piauí Gilbués 100 60% 40%


2. Identificação Institucional

CÁRITAS BRASILEIRA - REGIONAL PIAUÍ
Rua Agnelo Pereira da Silva, 3135
Bairro São João
64.045-260 - TERESINA - PIAUÍ - BRASIL
Fone/fax: (086) 3233-6302
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.


3. Apresentação

A Cáritas Brasileira Regional do Piauí dentro das ações do programa de convivência com o semi-árido atua desde 1995 atua no município de Gilbués . Localizado a cerca de 800 km ao sul de Teresina, no Alto, com 10.746 habitantes, população tipicamente rural sobrevivendo da agricultura familiar. São famílias que praticam agricultura e exploram com dificuldades as culturas da mandioca, milho, feijão, arroz, abóbora, dentre outros produtos do gênero frutas e legumes. Na criação de pequenos animais criam de forma precária caprinos, ovinos, galinhas e porcos. No município já existe boas iniciativas com a criação de abelhas. São produtos da agricultura familiar que garantem a sustentação das famílias na área rural, mesmo com a precariedade e da falta de políticas públicas voltadas para o setor primário.


4. Contexto do Semi-Árido Piauiense

Em 2004 o ambiente semi-árido piauiense recebeu novo formato e ampliação conforme estudo feito ainda na década de 1980, elaborado por professores da universidade federal do Piauí e atualizado em 2004, porque ocorreram muitas divisões municipais.

Com base no estudo, o Decreto Estadual número 11.292 de 19 de janeiro de 2004, definiu para fins de políticas públicas, os 150 municípios que atualmente constituem o ambiente semi-árido piauiense. No Piauí este estudo definiu três tipos de espaços: um mais úmido(que foi chamado de região sub-úmida), um mais seco (chamado de sub-região semi-árida), e um espaço de transição entre o mais úmido e o mais seco (sub-região de transição semi-arida). A subregião mais seca e a sub-região de transição, juntas foram denominadas de Ambiente Semi-Árido Piauiense.


5. Justificativa

O município de Gilbués, localizado no espaço de sub-região de transição semi-árida, é considerado o município brasileiro que possui a maior área e mais acelerado processo de desertificação do Brasil. Resultado da exploração predadora das mineradoras, pois o município foi no passado, um dos maiores produtores de diamante. Apesar de toda riqueza natural e o grande potencial da região, é espantoso os indicadores sociais da população: A taxa de analfabetismo é de 30,71%; Cobertura de abastecimento de água é de 48,95%; Cobertura de coleta de lixo de 30,35% e cerca de 65% da população tem renda inferior a 01 salário mínimo.

O projeto é destinado a ajudar as famílias rurais pobres do município a aumentarem sua capacidade de enfrentar e de se refazerem de secas e enchentes, fenômenos climáticos que caracterizam esse ecossistema único. O plano do projeto é baseado no conteúdo do conceito do IDH(índice de desenvolvimento humano) usado para avaliar as complexas realidades que os participantes do projeto enfrentam e para criar estratégias apropriadas e holísticas. O foco do projeto é a melhoria do acesso à água de qualidade pela famílias, dotando-as de capacidades organizativas para o enfrentamento dos seus desafios e dificuldades.


6. Objetivo Geral

Garantir o acesso a água de qualidade para as famílias do município de Gilbués, através da construção de cisternas e a captação de água da chuva e capacitando-as produtiva com processos educativos de convivência com o semi-árido, visando amenizar os efeitos da estiagem e da desertificação junto às populações vulneráveis.


7. Objetivos Específicos

1. Agricultores e agricultoras recuperando e melhorando os sistemas de água que são mais resistentes à secas, enchentes e desertificação;
2. Famílias da agricultura familiar, informadas e capacitadas para responder a lentas ou rápidas instalações de situações de emergência.
3. Agricultores e agricultoras capacitados (as) na gestão de recursos hídricos;
4. Escolas promovendo a capacitação de professores e professoras para a proposta emergencial de educação para a convivência com o semi-árido


8. Indicadores de Resultados

1. 100 famílias com sua capacidade de armazenamento de água aumentada;
2. Famílias com acesso a água de qualidade para consumo humano;
3. Famílias sendo orientadas para o cuidado com a água e os riscos da desertificação;
4. Famílias com menor probabilidade de adquirir doenças provocada pelo consumo de água contaminada (diarréia, doença renal etc)


9. Metas

1. Realizar 01 encontro de planejamento
2. Em 08 meses garantir o acompanhamento e monitoramento continuado
3. Construção de 100 cisternas de placas
4. Parceria com o Poder público local e sociedade civil
5. Oficina sobre desertificação
6. Realizar 02 oficinas para formação de professores/as sobre Educação contextualizada
7. Realizar 04 cursos de gestão de recursos hídricos
8. Produção e publicação de uma cartilha e um boletim informativo sobre o projeto e seus resultados.


Planilha Orçamentária

ATIVIDADE QUANTIDADE VALOR UNIT. R$ CUSTO TOTAL R$
Construção de cisternas de 16 mil litros 100 1.300,00 130.000,00
Curso de Gestão de Recursos Hídricos 04 2.000,00 8.000,00
Oficina pedagógica para professores do município 02 1.500,00 3.000,00
Visitas de acompanhamento e Monitoramento 04 500,00 2.000,00
Produção de material didático e publicação 02 (boletim e cartilha) 1.800,00 3.600,00
Assessoria externa 03 1.200,00 3.600,00
Seminário de apresentação e encontro de avaliação do projeto 02 2.000,00 4.000,00
SUBTOTAL     154.200,00
Taxa Administrativa 5%   7.710,00
TOTAL     161.910,00


Plano Operacional

ATIVIDADE MÊS 01 MÊS 02 MÊS 03 MÊS 04 MÊS 05 MÊS 06 MÊS 07 MÊS 08
Definição das comunidades e famílias X              
Seminário de apresentação do projeto   X            
Construção das cisternas   X X X X X    
Cursos de gestão de recursos hídricos     X X X X    
Oficinas pedagógicas     X     X    
Encontro de avaliação             X  
Material didático cartilha     X          

 

 

 

Campanha Sacola ecológica

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sacola-ecologicaSolidariedade e Meio Ambiente

Circulam pelo mundo, hoje, algo entre 500 bilhões e um trilhão de sacolas plásticas, e estas sacolas plásticas levam cerca de 400 anos para se decompor na natureza e enquanto não desaparece, este material descartável vai poluindo rios e mares, entupindo bocas de lobo e provocando as temidas enchentes. O assunto vem sendo debatido em diversos setores da sociedade e uma das alternativas possíveis é a utilização de biodegradáveis.O Comitê Betinho não poderia ficar fora desta, assim, a partir de agora, cada novo associado receberá uma sacola retornável

 

Contribua e ganhe esta linda 

sacola retornável!

 

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Sua contribuição é de grande valia para o trabalho desenvolvido pelo Comitê. Juntos, estamos plantando cidadania, solidariedade e esperança para as pessoas em situação de exclusão social.

ORDEM DE DÉBITO:

Autorizo a debitar mensalmente de minha conta corrente, o valor abaixo assinalado, a crédito da
conta corrente  0001 - 13 - 027407-9, para Comitê Betinho dos Funcionários do Santander Banespa.
/ CNPJ.: 02.336.848/0001-11.

O valor será debitado todo dia 20 de cada mês.

Estou ciente que poderei cancelar esta autorização assim que desejar.

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Circulam pelo mundo, hoje, algo entre 500 bilhões e um trilhão de sacolas plásticas, ajude a reduzir o lixo do planeta .O Comitê Betinho oferece a cada novo associado uma sacola retornável.